Lágrimas do Éden

12.05.2008


OVNIs: Verdade ou Ficção? - parte VI
  1. Só pessoas com problemas mentais acreditam em OVNIs

    Um infeliz método que usam alguns algunos críticos de OVNIs para atacar evidências de visitas extraterrestres é a teoria psicológica. Porque uma crítica assim parte do princípio de que não houve absolutamente nenhuma nave extraterrestre em nossos céus podendo recorrer a usar estereótipos, etiquetas psicológicas difamatórias em um esforço por “explicar” o porquê de muitas pessoas considerarem a possibilidade que os críticos rejeitam. Tais etiquetas exerceram desde uma simples necessidade de cumprimento religioso até à esquizofrenia ambulutante.

    Esta duvidosa psiquiatría lamentavelmente se pôs de moda nos anos recentes. Ela esconde a realidade que a mais séria investigação de OVNIs é tão clínica e científica como qualquer um pudesse esperar. A maioria dos investigadores de OVNIs são tão sensatos e racionais como os críticos que são tão rápidos para repetir a respeito dos tão poucos reconfortantes estereótipos psicológicos. O verdadeiro debate OVNI se centra ao redor de problemas científicos, intelectuais e históricos, e não nos emocionais.

    Outro problema de usar análises psicológicas para explicar o interesse popular e científico nos OVNIs é que podem dar um giro no jogo. Um estudioso que defende a possibilidade de visitas extraterrestres pode fácil e incorretamente argumentar que aquelas pessoas que acirradamente se aderen somente às explicações prosaicas para os avistamentos OVNIs, ao encarar as evidências contrárias, têm profundo medo de algo que não podem entender. Entre os méritos destacados de um Ph.D., qualquer poderia argumentar que poderia nao passar de um menino assustado ou adolescente voluntarioso tentando desesperadamente manejar o muito frequentemente confuso mundo ao seu redor, forçando todos a confirmar o que ele pode compreender intelectual e emocionalmente.

    Como podemos ver, a calúnia psicológica é uma forma muito pobre em um debate cinetífico desse tipo. Não faz bem a ningué, os estereótipos são normalmente falsos e nublam os problemas reais. pessoas inteligente e racionais facilmente em ambos os lados da controvérsia OVNI.

  2. As teorías OVNI são redes lucrativas desenhadas para caçar ao incauto

    É uma trivialidade que haja dois grandes crimes em nossa sociedade: ter dinheiro e não ter dinheiro. Os dois são castigados com igual ferocidade.

    Uma das maneiras mais fáceis de desacreditar uma idéia é sugerir que alguém consegui dinheiro para expressá-la. Alguns críticos de OVNIs fizeram alusões aos charlatães no passado que enganaram as pessoas com idéias estranhas e que se fizeram ricos caçando em meio a inocência de outras pessoas. Tais alus4oes foram feitas num esforço de sugerir que as pessoas ganham dinheiro com livros de OVNI, os filmes estão metidos em um embróglio semelhante.

    Por favor tenham em conta que o dinheiro em si, não tem nada a ver com a validez de uma idéia. O dinheiro é um artigo impredizível que igualmente merece como se desmerece. presente que el dinero en sí, no tiene nada que ver con la validez de una idea. El dinero es un artículo impredecible que igualmente merece como desmerece. Um punhado de pessoas, de fato, receberam bons ingressos com livros e filmes que tratavam sobre o fenômeno OVNI. O número de pessoas que fizeram isso, no entanto, é muito pequeno comparado aos muitos milhares de professores, palestrantes e escritores que são pagos, bela e folgadamente apenas para promulgar idéias mais convencionais do mundo.

    Incluso quando está claro que alguns indivíduos relataram falsamente ou discutiram desonestamente sobre OVNIs para ganhar lucros, o fenômeno OVNI não fica automaticamente desacreditado. O fazer dinheiro foi um motivo em quase todas as áreas de esforço humano desde os tempos mais remotos da humanidade. Se nós fôssemos tirar tudo o que alguém divulgou junto a um motivo de ganho alguma vez, pouco restaria da nossa cultura. Felizmente, a imensa maioria de testemunhas e investigadores de OVNIs, ricos e pobres, são sinceros no que eles dizem e fazem. (NT.: por isso eu, particularmente sou contra as pessoas que usam isso pra ganhar dinheiro, acabam prejudicando mesmo que de forma muito superficial, a credibilidade do assunto. o conhecimento deve ser compartilhado por todos! digo e repito)



.: Tata :. 16:41

11.20.2008


OVNIs: Verdade ou Ficção? - parte V
  1. 8. Muitas pessoas testemunharam sob hipnose terem sido raptadas por OVNIs

    Tal testemunho é inerentemente suspeitoso porque se pode adestrar pessoas que nunca foram raptadas e criar “memórias” de abduções aparentemente realistas enquanto estão sob hipnose.

    Se o fenômeno OVNI consistisse somente de estranhos avistamentos ocasionais no céu, poderia ser fácil de ser descartado. Contudo, muitas pessoas relataram terem sido sequestradas por OVNIs. As experiências de raptos tendem a ser notadamente similares: a vítima vê um ovni (normalmente à noite e geralmente em uma zona rural), é imobilizada e levada a bordo de uma nave espacial extraterrestre, criaturas extraterrestres fazem um exame físico que dura uma ou duas horas, depois é soltada. Muitos abduzidos não lembram conscientmente suas experiências. Uma típica vítima poderia somente ver um ovni e depois, de repente descobrir que passaram-se horas sem lembranças do que possa haver acontecido durante esse tempo perdido. os investigadores normalmente rompem a amnésia com a hipnose.

    Aparentemnte a curiosa amnéria experimentada por tantos abduzidos é deliberadamente induzida pelos ocupantes do OVNI, como um método para conservar o anonimato dos alienígenas. Tal manipulação pode de fato, se fazer. Durante seus infames e favoravelmente publicados experimentos de controle mental nos anos 60 e 70 a CIA americana havia desenvolvido ténicas eficazes para enterrar a memória e induzir a amnésia. Porém, com cuidadoso trabalho, as lembranças enterradas podiam ser recuperadas.Como veremos mais adiante a manipulação mental das vítimas humanas foi uma atividade comum associada a ovnis ao longo de toda a história.

    Até o momento, foram recompliadas uma enorme quantidade de testemunhos de abdução. Foram lançadas várias controvérsias devido aos vários experimentos, como aqueles realizados em 1977 no Hospital Comemorativo Anaheim, Califórnia. Descobriu-se em Anaheim que indivíduos que, segundo se alega, tinham muito pouco conhecimento prévio sobre ovnis poderiam ser adestrados a criar "memórias" muito realistas de abduções enquanto estavam sob hipnose.

    Porém, os experimentos de Anaheim perdem o ponto e não revelam nada sobre o fenômeno OVNI. Somente reafirmam o que nós já conhecemos a respeito da hipnose.

    É verdade que a memória de uma pessoa pode ser distorcida enquanto estiver sob hipnose, assim como pode também ser feito quando uma pessoa está completamente consciente. Por outro lado, já foi ampliamente demonstrado que a hiponse pode ser efetiva para recobrar completamente a memória válida: depende da habilidade do hipnotizador e o estado mental do sujeito. Um hipnotizador pode adestrar a uma pessoa que nunca esteve a bordo de um trem e criar uma memória realista de haver estado em um trem, mas isto significaria que todo o sujeito hipnotizado que lembra haver estado em um trem é culpado de fabricar esta memória? Claro que não.

    Há problemas reconhecidamente genuínos com a hipnose. Porque o sujeito hipnotizado está em um estado semiconsciente, ele ou ela podem estar mais impressionado do normal. Por esta razão, os tribunais americanos geralmente não admitem como provas o testemunho obtido sob hiponse.Outro perigo com a hiponse é que um sujeito pode recuperar uma memória completamente válida, mas se o sujeito é continuamente levado a lembrar mais durante a hiponse, ele poderia achar que seus "rastreios pelo tempo" se confudem. Quando isso acontecer ele começará frequentemente a lembar episódios adicionais que realmente não aconteceram no tempo ou da maneira como ele lembrar. Ainda assim, a memória orignal permance válida.


    Infelizmente alguns abduzidos foram hipnotizados e re-hipnotizados além da conta. eles, consequentemente, concluem com memórias confusas no assunto já altamente comprometio, dos raptos. Por essa e outras razões, sou veemente contra o uso da hiponse. A memória recluída pode e deve ser recuperada enquanto o sujeito está totalmente consciente. Um pouco das experiências de raptos de ovnis foram recuperadas só dessa maneira.

  2. as desigualdades matemáticas de uma raça extraterrestre descobrindo a Tierra são demasiado remotas para ser provadas


    Varias fórmulas matemáticas foram concebidas para mostrar quão improvável é que essa Terra tenha sido visitada por uma sociedade extraterrestre. Tais fórmulas estão normalmente baseadas nas teorias da evolução, o número de planetas que poderia sustentar vida e as distâncias entre os planetas e galáxias. Tais fórmulas são certamente interessantes, mas nunca devem ser consideradas conclusivas. Se algo existe, existe. Tentar desaparecê-lo com uma fórmula matemática não o tornará menos real.


    Tenha em conta que nós somos incapazes de vermos qualquer planeta sólido mais além do nosso próprio sistema solar, ou só determinar se há alguma vida neles. a situação humana quanto a este respeito pode assemelhar-se a uma colônia de pequenas formigas cujo campo de observação pode abranger somente uns acres. Se essa colônia se situa em um deserto remoto, as formigas poderiam concluir que a Terra inteira é um baldio desolado, jamais sonhando com uma imensa metrópolis a somente cem quilômetros dali.

    Simplesmente porque nós achamos que nosso próprio sistema solar ou uma secção da galáxia está numa área remota, não se pode automaticamente concluir que este é o caso em todos os lugares. Em outro sector da galáxia pode absolutamente estar repleto de vida ingeligente e não haveria maneira alguma para nós daqui de fora na beira da Vía Láctea sabermos, exceto supondo com teorias que são eternamente ambulantes. Por esta razão, não é particularmente sábio descartar provas de visitas extraterrestres se estas aparecerem.



.: Tata :. 05:24

11.18.2008


OVNIs: Verdade ou Ficção? - parte IV
  1. 5. O testemunho das testemunhas oculares nos casos OVNIs geralmente é inestável

    Tal testemunho é, consequentemente, prova insuficiente das visitas extraterrestres

    Talvez o crítico do fenômeno OVNI mais influente tenha sido Philip Klass que foi chamado oportunamente de “Sherlock Holmes da OVNIlogía” por suas exaustivas investigações. Seu livro - OVNIs Explicados concedeu-lhe o prêmio de Os Escritores da Aviação/Espaço pelo melhor livro sobre o espaço em 1974. Nesse livro premiado o Sr. Klass desenvolveu vários princípios.

    O primeiro era:

    • Principio OVNIológico: Pessoas basicamente honestas e inteligentes que são expostas de repente a um inesperado evento, sobretudo um que envolva um objeto pouco familiar, pode ser muito inexato tentando descrever com precisão o que eles viram.

    Este principio algumas vezes é verdade. Foi demonstrado por um estudo de ovnis patrocinado pelo governo dos EUA, realizado entre 1966 e 1968 sob a direção de Edward U. Condon. Seus resultados publicados, que usualmente são chamdos de Relatório Condon são um marco na literatura OVNI.

    Em um capítulo do Relatório Condon, o comitê discute o que aconteceu depois de que uma nave espacial russa, Zond IV, saiu mal e começou sua reentrada na atmosfera no dia 3 de março de 1968. Quando a nave entrou na atmosfera se incendiou, criando um desprendimento espetacular para quem viesse da terra. As testemunhas oculares viram um desprendimento espetacular de objetos ardentes, que deixavam atrás de si uma cauda alaranjada dourada. Só era possível vê-los como pontos brilhantes de luz. Os fragmentos do Zond lV criaram um efeito idêntico a aquele de um brilhante desprendimento de um meteoro.

    Ao compilar o testemunho das testemunhas oculares da reentrada do Zond lV, descobriram que algumas pessoas "viram" mais do que realmente havia acontecido. Se tivessem dado credibilidade a
    algumas das observações errôneas, pessoas haveriam concluído que os escombros do Zond lV realmente eram naves espaciais alienígenas inteligentemente controladas. Por exemplo, cinco testemunhas oculares informaram que as luzes eram parte de um objeto em forma de charuto ou uma nave em forma de foguete: uma descrição comum de OVNIs.

    Três testemunhas oculares disseram que o "objeto" tinha janelas. Um observador garantiu que o objeto fez um voo razante vertical. Devido a estes grandes erros o Sr. Klass e outros têm catalogados todos os ovnis em forma de charuto com janelas luminosas - como sendo na verdade meteoros O comitê do Condon citou o testemunho do Zond lV como um exemplo do porquê os relatos de testemunhas oculares são, freqüentemente, inadequados para estabelecer que um OVNI é uma nave espacial extraterrestre. Caso encerrado? Nem tanto.

    Em seu Principio OVNIológico #1 citado anteriormente, o Sr. Klass declara que as testemunhas oculares podem ser grosseiramente inexatas tentando descrever com precisão o que viram. Significativamente, ele não disse que as testemunhas oculares são normalmente inexatas. Esta distinção assume importància quando nós lemos mais além do Relatório Condon.

    O Comitê Condon descobriu que pelo menos metade das testemunhas oculares do Zond IV deram relatos exatos do evento- As observações de uma “nave em forma de charutos com janelas” só vieram de uma minoria. Dos informes exatos, um cuidadoso investigador de OVNIs haveria podido eliminar as descrições errôneas e corretamente identificar a reentrada do Zond IV como escombros ou como um fenômeno meteórico. O Comitê também analizou uma onda de informes de OVNIs ativada por vários estudantes da universidade que haviam soltado quatro balões de ar quente no céu aquela tarde.

    Os balões eram feitos de sacos plásticos de tinturaria, o ar quente foi gerado por velas de aniversário suspentidas na parte de baixo. O Comitê analisou o testemunho de quatorze das testemunhas oculares que não sabiam o que eram objetos voadores. Apenas com algumas pequenas divergências entre eles, todos os quatroze observadores deram descrições exatas do que possivelmente puderam ver.

    O Comitê concluiu:

    • Em resumo, nós temos vários relatórios que são muito consistentes entre si, e essas diferenças que ocorrem não são maiores do que se esperaria das diferenças de localização e percepção. Poderiam assinalar muitas pequenas discrepâncias, sobretudo no que diz respeito às estimativas de distância e direção, mas não são suficientes para afetar a impressão global do evento

    Isto demonstra algo muito importante que nós podemos expressar em nosso próprio “Principio OVNIológico”:

    • Pessoas basicamente honestas e inteligentes que são expostas de repente a um breve relatório, um acontecimento inesperado, incluindo um que envolve objeto pouco familiar, desejará, na maioria dos casos, ser exato. Por isso o testemunho das testemunhas oculares pode ser admissível nos tribunais de justiça para, declarar culpável ou livre a um processado, incluso quando faltam provas físicas sólidas. O testemunho da testemunha ocular é uma forma absolutamente válida e últil de evidência.

  2. 6. Dispositivos sofisticados de áudio foram direcionados aos céus para captar comunicações extraterretres

    Até agora, não foi descoberta nenhuma comunicação. esta é mais uma evidência de que não há vida inteligente por perto.

    Apesar do ceticismo em muitos círculos acadêmicos quanto a visitas extraterrestres, foram feitos alguns bem consolidados esforços para detectar sinais de civilizações do espaço exterior e através do uso de sofisticadas antenas apontadas ao céu. O fato que estes esforços não descobriram nenhum sinal de inteligência, segundo relatórios recebidos, pode ser considerado como prova adicional de que não existem civilizações extraterrestres próximas.

    O problema com desenhar tal conclusão é que as antenas de rádio têm muitas limitações. Somente são capazes de descobrir as ondas radiofônicas. Há muitas outras bandas ao longo do espectro* electromagnético que pode levar sinais de comunicação, como microondas. Quem diz que uma sociedade extraterrestre, se existe, necessariamente usaria as ondas radiofônicas para a comunicação?

    * O “espectro electromagnético” é um campo de longitudes de onda nas quais podem viajar diferentes formas de luz. Num extremo do espectro conhecido estão as ondas radiofônicas, que tem longas longitudes de ondas. Se as ondas radiofônicas são realmente ondas de luz. Elas se tornam "sons" quando são traduzidas por um receptor. No outro extremo do espectro estão os raios gamma, que têm longitudes de onda curtas. O campo de luz que nós podemos ver com nossos olhos se limita a uma banda de espectro muito pequena. Foram inventados instrumentos para captar e transmitir ao londa das outras longitudes de onda, como o infra-vermelho, a radiografia e o microondas.

    Nós nem sequer sabemos o que há mais além dos extremos conhecidos do espectro eletromagnético. Como podemos estar certos de que não existem longitudes de onda em uma das regiões não cartografadas que são muito superiores para a comunicação de qualquer coisa que nós hajamos descoberto até agora? O reputado fracasso das antenas de rádio para captar sinais inteligentes somente nos diria que ninguém dentro do campo está usando as longitudes de onda eletromagnéticas perceptíveis por essas antenas.

  3. 7. Se tantos “discos voadores” estão visitando a Terra, por que não são detectados mais freqüentemente no radar?

    Muitos destacados avistamentos ovni foram confirmados pelo radar. Esta excelente evidencia do radar é usualmente descartada pelos críticos, como erro de operador, funcionamento defeituoso do radar, ou como falsas leituras causadas por fenômenos naturais. Teríamos ainda mais provas de radar se não fosse pelo fato de que os operadores de radar estão treinados para descartar a maior parte das anomalias, porque supostamente inúmeras coisas podem criar uma falsa leitura.

    Signos falsos de radar podem ser gerados por fenômenos extensamente díspares, como uma debandada de pássaros ou condições severas do clima. Aos operadores é ensinado a enfocar nessas leituras que apontam com precisão o tipo de objeto que está sendo rastreado - geralmente aviões de humanos. Se algo inusitado surge na tela e desaparece, será, provavelmente ignorado. Conseqüentemente, muitos ovnis detectados pelo radar não são relatados.
    A detecção de OVNIs por radar está sendo eliminada pelos avanços tencnológicos. Muitos computadores dos radares modernos eliminam agora automaticamente as leituras anômalas, razão pela qual não nem sequer aparecem na tela do radar. Isto facilita o trabalho de um operador, mas a custa de eliminar uma detecção de OVNI.

    O Sr. Klass comenta:

    • Ironicamente, um dos vários critérios usados [pelos computadores de radar] para diferenciar entre os alvos reais dos não reais é filtrar os potenciais OVNIs no radar, ainda se estes fossem legítimas naves extraterrestres voando a velocidade hipersônicas...



.: Tata :. 06:13

11.14.2008


OVNIs: Verdade ou Ficção? - parte III

Alguns argumentos que parecem persuasivos se adiantaram para rebater a evidência de que uma ou mais sociedades extraterrestres estiveram visitando a Terra. Alguns destes argumentos valem a pena abordar:
  1. Foi demonstrado que nenhuma outra vida inteligente, com exceção da humanidade, existe em outra parte do universo

    À primera vista, isto pode parecer verdade. Contudo, só é necessário dar uma olhada aqui na Terra para encontrar outras formas de vida inteligentes. Os estudos sobre golfinhos e outros grandes mamíferos marinhos revelaram uma alta inteligência em muitas dessas criaturas. As análises de outros mamíferos deixaram ao descoberto em alguns deles um nível de inteligência muito mais alto do que anteriormente acreditava-se. Isto revela que existem muitas criaturas inteligentes e semi-inteligentes no universo que conhecemos, nós compartilhamos um planeta com eles. O fato que eles floresçam juntos neste pequeno planeta é uma excelente indicação de que outras criaturas inteligentes podem existir em outra parte sobas condições corretas.

  2. Não houve um só avistamento OVNI que não possa ser explicado como fenômeno natural ou humano

    Por isso, todos os OVNIs devem ser tais fenômenos.

    Este argumento usa uma lógica defeituosa. É possível “explicar” quase qualquer coisa como nada. Eu presumo que uma pessoa pudesse “explicar” o sol como bilhões de vaga-lumes contidas num gigantesco pote de vidro. Esta "explicação" porém, não encaixa com a evidência nem com a teoria de que o sol é uma massa grande de hidrogênio comprimido que está sofrendo um processo de fusão atômica.

    A muitos avistamentos OVNIs foi dado explicações prosaicas, somente ignorando as provas, que claramente revelam que não são fenômenos terrenais. Se alguém é suficientemente seletivo para escolher qual evidência e testemunho acreditar, poderia inventar quase qualquer explicação que encaixe com qualquer avistamento OVNI. O truque é encontrar a melhor explicação que encaixe com os fatos verdadeiros e completos.

    Em muitos casos, os verdadeiros e completos fatos indicam que um OVNI é, de fato, melhor explicado como um fenômeno natural. Em outros casos, a melhor explicação é que um OVNI é provavelmente uma nave guiada inteligentemente de origem não humana. Muitos notáveis avistamentos encaixam nesta última categoria. *


    * Para uma boa visão global de casos OVNI, recomendo A enciclopédia U.F.O. (OVNI) por Margaret Sachs.

  3. Não houve nenhuma “prova contundente” de OVNIs ou “antigos astronautas”

    Os objetos físicos constituem evidência "contundente". Na ovniologia, uma parte de evidências contundentes poderia ser um disco acidentado ou um corpo de um piloto extraterrestre. Argumentam que se a nave espacial alienígena esteve voando nos céus da Terra por milhares de anos, nós já deveríamos ter agora algum pedaço de evidência física concreta. Pondo de lado os argumentos e evidências de que alguns governos poderiam ter um disco ou dois acidentados escondidos, nós, logicamente não podemos esperar encontrar muitos artefatos extraterrestres. Para explicar, porquê, farei uma analogia entre OVNIs e um moderno jet de linha comercial.

    Milhões de vôos de aerolinhas comerciais saem dos aeroportos americanos todos os anos. Apesar deste enorme volume, muito pouca gente tropeçará com algum destroçou ou familiar da tripulação morto porque só uma pequena porcentagem de todos os vôos terminam em desastre. Igualmente, poucos indvíduos alguma vez encontrarão algum instrumento ou destroços dispersados dos aviões, porque os jets são autônomos e os navegantes raramente tiram os intrumentos de controles de vôo pra fora da cabine do piloto. Se não fosse pelo fato de que a maioria de nós podemos ver o avião e voar nele, a evidência contundente de sua existência seria surpreendentemente escassa, sobretudo se eles fossem fabricados e somente voassem em áreas remotas.

    Permita-nos traduzir isto a uma fórmula matemática. Baseando nas estatísticas da Administração da Aviação Federal Amerciana (FAA), aproximadamente um em cada 1 milhão de vôos americanos importantes que partem dos aeroportos americanos sofre um acidente sério, como queda ou aterrissagem forçada longe de um aeroporto, ou a perda de um pedaço significativo do avião. Este admirável recorde de segurança faz da viagem aérea, um dos modos mais seguros de transporte hoje.

    Permita-no assumir que a nave espacial alienígena relatada em nossos céus tem precisamente a mesma segurança como os aviões - nem melhor e nem pior. Permita-nos presumir que 2000 vôos de discos voadores são feitos nos céus da Terra todos os anos. Isso somado a 5 ½ vôos todos os dias. Assumiremos que cada hipotético vôo de disco é feito a uma altitude o suficientemente baixa que, se ocorresse uma desgraça, os destroços cairiam na Terra antes de desintegrarem na atmosfera.


    Reunindo todas as figuras anteriores, descobriremos que um disco voador chocaria, ou deixaria cair um pedaço substancial e grosso de escombros, só uma vez a cada cinco séculos! Isso significaia só doze quedas desde o alvorecer da civilização da humanidade! Se nós cortássemos o fator segurança pela metade e dobrássemos o número hipotético de vôos de Ovnis a 4000 por ano (11 por dia), ou deixássemos o fator segurança igual e quadruplicássemos o número de vôos de baixo nível a 8.000 por ano (22 por dia) isso ainda comprovaria apenas um choque ou um pedaço grande de escombros a cada cento e vinte cinco anos!

    Podemos, concluir com toda a certeza de que ainda quando a nave extraterrestre voasse em nossos céus durante milênios, não poderíamos encontrar muitos restos ou escombros. A melhor evidência das visitas extraterrestres são as testemunhas oculares, que é exatamente a evidência que temos.

    Apesar dessas estatísticas pessimistas, foram relatados umas poucas e raras quedas de OVNI. Foram encontrados fragmentos que alegam haverem vindo de OVNIs e que foram trazidos a público. Um desses pedaços foi relatado por um colunista brasileiro que disse que o artigo havia sido recuperado por um pescador fora da costa do Brasil em 1957.
    O fragmento foi enviado para análise pela revista Ovni, ao Insituto de Tecnologia de Massachussets (MIT). Ficou demonstrado que era um pedaço puro de magnésio. Um analista do MIT presumiu que o fragmento podia ter sido um pedaço de metal da soldadura, seja de um avião ou de um satélite re-entrante. Porque o pedaço podia ter sido manufaturado na Terra, a prova foi considerada inconclusiva.

  4. Se os OVNIs são naves extraterrestres, deve haver alguma fotografia indiscutível

    Tudo pode ser disputado. Para começar uma disputa, tudo o que uma pessoa precisa fazer é abrir a boca e proferir umas palavras. A mera existência de uma disputa, não nega por si mesmo a realidade da coisa. A disputa simplesmente significa que alguém escolheu brigar, já seja por boas ou más razões.

    É verdade, porém, que os investigadores enfretam uma escassez de fotografias de OVNIs decentes. As instantâneas de OVNIs disponíveis tendem a ser de duas variedades: borradas e inconclusivas (a foto poderia ser quase qualquer coisa) ou fraudulentas. Quando uma foto de um disco voador parece ser bem definida e clara, resulta geralmente, ser uma brincadeira. Isto acontece com tanta frequência que um investigador quase pode contar com que uma boa fotografia de disco voador demonstre eventualmente ser ruim. isto é especialmente certo hoje quando os avanços técnicos tornaram quase indetectáveis algumas formas de truques de fotografias.

    Isto ainda nos deixa a pergunta: por que existem tão poucas fotografias conclusivas disponvíeis?


    Como notado anteriormente, aparentemente a conta de naves extraterrestres genuínas é só uma pequena porcentagem do número total de OVNIs relatados. A maioria das naves se vêem durante a noite. A maioria dos contatos de 3º grau (encontros humanos com os ocupantes de naves espaciais) acontecem em áreas rurais onde têm muito pouca gente com câmera. As já pobres oportunidades de conseguir uma boa foto sob essas condições, são pioradas pelo fato de que a grande maioria dos donos das câmeras, inclusive os fotógrafos amadores especializados, nem sempre levam suas câmeras com eles.

    Em qualquer momento dado, certamente menos de uma pessoa a cada dez mil está carregando uma câmera. Os ovnis não colaboram, fazendo aparições programadas com regularidade sobre lugares típicos de férias, que é onde provavelmente haveria um maior número de pessoas clicando o botão das câmeras. Dado estes fatores, nós podemos esperar que as genuínas boas fotografias de naves extraterrestres sao artigos sumamente raros. Também lembrem que a possessão generalizada de câmeras fotográficas só começou a ser extendida em períodos mais recentes: há apenas algumas décadas.

    Não estamos dizendo que não existam fotografias claras de naves extraterrestres. Algumas existem, e podem ser encontradas em vários livros escritos por responsáveis investigadores.*


    * Para conselhos sobre a autenticidade da fotografia eu recomento contatctar a Rede OVNI (Mutual OVNI Network, Inc. (MOVNIN), 103 Oldtowne Road, Seguin, Texas, 78155-4099, EE.UU.



.: Tata :. 09:30

10.15.2008


OVNIs: Verdade ou Ficção? - parte II

Apesar da evidência para apoiar todas as possibilidades anteriomente mencionadas, nenhuma das teorias abrangem totalmente todos os fatos conhecidos. Isto levou a uma quarta teoria, bem expressada em 1910, por um professor de Oxford e galardonado com o prêmio Nóbel Frederick Soddy,

Algumas das crenças e lendas deixadas a nós pela antiguidade estão tão fime e universalmente estabelecidas, que nós nos acostumamos a considerá-las ser quase tão antigas como a humanidade. não obstante, estamos tentados a inquirir até onde o fato de algumas destas crenças e lendas, que têm tantos traços em comum sejam casualidade e se a similiridade entre elas não podería apontar à existência de uma antiga civlização totalmente desconhecida e inimaginável, da qual todos os rastros desapareceram.2

Quando se levanta tal conjectura, muitas pessoas pensam em massas de terra desaparecidas, ou ilhas, como os legendendário continentes perdidos de Atlântida e Lemúria. Um dos contemporâneos do Professor Soddy, contudo, tomou um caminho diferente e especulou que essas sociedades extraterrestres estiveram envolvidas na pré.história da Terra. O polêmico conemporâneo do dr. Soddy era Charles Hoy Fort (1867-1923).

Charles Fort é talvez um dos primeiros escritores do século XX que sugeriu seriamente que os extraterrestres estiveram envolvidos nos assuntos humanos. Fort se apoiou em uma pequena herança e passou muito anos de sua vida adulta juntando relatório de fenômenos estranhos das revistas científicas e jornais. As histórias que colecionou eram de eventos tais como estranhas luzes movendo-se no céu, "chuvas" de animais e outros acontecimentos que parecem desafiar a explicação científica convencional.

Seus primeiros dois livros - O livro dos Condenados (The Book of the Dammed - 1919) e Novas Terras (New Lands - 1923) contêm um grande sortido de avistamentos ovni e de fenômenos relacionados, dos séc. 19 e princípios do 20. Fort conclui que os céus da Terra estavam albergando uma série de naves extraterrestres que ele chamou de - super construções.
Fort desenvolveu outras teorias de sua invenstigação, algumas que estão vigentes e permanecem provocativas até hoje. No livro dos Condenados escreveu: "Eu devo dizer que nós pertencemos a algo: Que alguma vez, em um tempo, esta terra era Terra de Ninguém, que outros mundos exploraram e colonizaram esse planeta e lutaram entre eles por sua possessão, mas que agora é possuída por algo: que algo possui esta Terra - todos os demais fora dela, estão advertidos.

Fort conclui que a raça humana não tem um status quo muito alto com respeito aos donos extraterrestres da Terra. Abordando o enigma de "por que não (os donos da Terra) vêm aqui nunca ou enviam alguém, de maneira aberta". E filosofa: Se nós pudéssemos, educar e sofisticar aos porcos, gansos, gado - faríamos isso?

¿Sería sábio estabelecer relações diplomáticas com a galinha que agora funciona, satisfeita com o mero sentido de realização pela via da compensação? Além de vincular a raça humana, com gado auto-satisfeito, Fort acreditou que os aparentes dono da Terra estavam exercendo uma influência direta sobre os assuntos humanos:

Eu suspeito que, depois de tudo, nós somos úteis - que ocorreu um ajuste entre demadantes em pugna, ou que algo tem agora um direito legal sobre nós, pela força, ou havendo pagado algo análogo à contas por nós aos anteriores, mais primitivos donos - que tudo isto foi conhecido, talvez durante eras, por certas pessoas nesta terra, membros de cultos ou ordens, que funcionam como mandantes ante o resto de nós, ou como escravos superiores ou como inspetores de todos nós, os demais, dirigindo-nos de acordo com as ordens recebidas - de alguma outra parte - em nossa misteriosa utilidade.5

Fort não especulou sobre o que poderia ser o "cheio de mistério da humanidade", exceto para sugerir brevemente que os humanos poderíamos ser escravos.

Em uma veia mais ligeira, Fort pensou que a Terra havia tido uma pré-história muito vívida e colorida:

Mas eu aceito que, no passado, antes de que a propriedade fosse estabelecida, os habitantes de uma hoste de outros mundos - foram jogados pra cá, empurrados, exilados, navegados, voados, motorizados - trazidos para cá, no meu entender, foram jogados, vindo individualmente, vieram em enormes contingentes, visitaram também ocasionalmente, periodicamente para caçar, comercializar, encher seus haréns, explorar minerais, mas foram incapazes de continuarem aqui, e então estabeleceram colônias, alguns se perderam aqui, civilizações mais avançadas, ou coisas e pessoas primitivas ou seja lá o que fosse: brancos, negros, amarelos - para entender como tudo isto se aplica para a condição humana atual, Fort não oferece respostas, somente uma fórmula: porcos, gansos e gado.

Primero averiguou que éramos propriedade e depois o porquê disso. Fort, havia certamente, expressado algumas idéias atrevidas que foram publicadas em uma época quando os recém criados biplanos e balões governavam os céus. O vôo histórico de Charles Lindberg através do Oceâno Atläntico ainda estava a uma distância de 8 anos

Fort adquiriu um pequeno e leal seguimento em seus dia e não foi até depois de passado um terço de século, contudo, que a fundações criada por Fort que surgiu uma súbita explosão de trabalho literários realistas especulando que uma sociedade extraterrestre havia estado envolvida nos assuntos humanos. Este súbito interesse que surgiu foi causado por uma onda de avistamentos ocorridas a finais dos anos 40 e início dos 50.


Um dos primeiros livros desse período em discutir os antigos avistamentos OVNIs foi "Discos Voadores ao Ataque", por Harold T. Wilkins. Foi publicado em 1954 pela Imprensa Citadina de Nova York, seguida de uma hoste de livros, incluindo Os OVNIs e a Bíblia (1956) por Morris K. Jessup. O livro de Jessup sugeriu que muitos dos eventos bíblicos eram os feitos de uma raça da era espacial, não de um Deus. Citaram numerosas passagens bíblicas para apoiar esta teoria. A este livro seguiram outros similares com títulos similares, como Os Discos Voadreos na Biblia (1963) por Virginia F. Brasington e A Bíblia e os Discos Voadores (1967) por Barry el H. Downing.

Do outro lado do Atlântico, vários escritores europeus estavam fazendo também importantes contribuições ao gênero. A equipe de escritores franceses Louis Pauwels e Jacques Bergier escreveu seu intrigante êxito de livraria, O Retorno dos Bruxos que foi publicado na América a princípios dos anos 60. Erich Von Daniken da Suíça também estava escrevendo sobre antigos astronautas durante os anos 50 e 60 e alcançou grande fama a princípio dos anos 70 depois da publicação de seu primeiro êxito de livraria internacional no assunto: Carruagem dos Deuses. O poderoso êxito do livro de von Daniken incentivou um dilúvio de livros semelhantes e filmes nos não tão longínquos anos 70 e 80, trazendo a idéia dos antigos astronautas à atenção de milhões.

A noção de intervenção alienígena nos assuntos humanos geralmente é tolerada quando se expressa como trabalho de ciência e ficção, mas é geralmente mal recebida quando é sugerida como um fato. isto é compreensível. A idéia mesma disto parece, ao princípio, voar diante dos nossos olhos tudo o que nos foi ensinado alguma vez. Durante séculos, houve uma forte tendência em pensar em nosso planeta e na raça humana em condições de completo isolamento

Há séculos, as pessoas acreditam que os humanos estavam no centro do universo e que o sol e todas as estrelas giravam a nosso redor. Era uma noção aconchegante, mas tristemente falsa. Nos dias passados da Inquisição, contudo, uma pessoa podia ser morta por desafiar essa idéia. Os únicos extraterrestres nos que se permitia as pessoas acreditar eram nos anjos alados em túnicas brancas enviadas do Céu pelo Grande Deus Jeová. Apesar das cièncias terem se afastado gratamente desse tipo de persepctiva, os conceitos humano-cêntricos de existência persistem fortemente até hoje.



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OVNIs: Verdade ou Ficção? - parte I


OVNIs: O QUE São? De onde vêm?

Falando estritamente, o termo objeto voador não identificado (OVNI) faz referência a qualquer objeto aéreo que não pode ser identificado positivamente como construção feita pelo homem ou como qualquer fenômeno conhecido da natureza. O termo implica um mistério. Na linguagem comum ovni se usa freqüentemente para definir qualquer objeto que podia ser uma nave espacial de uma civilização extraterrestre.

A frase objeto voador não identificado foi nomeada pelo Capitão Edward J. Ruppelt da força aérea norte americana. o capitão Ruppelt conduziu uma investigação da força aérea do fenômeno ocorrido em 1951. Antes da investigação de Ruppelt, os ovnis normalmente eram chamados de discos voadores, porque muitas testemunhas oculares descreviam os objetos com a forma de um disco. Contudo, disco voador rapidamente virou um termo de chacota, devido ao esceptismo expressado por muito jornais e revistas. Objeto Voador Não Identificado foi usado pelo capitão Ruppelt para dar um certo ar de respeitabilidade a seu estudo da força aérea. Ovni é também um termo mais exato, porque nem todos os objetos voadores não identificados têm forma de disco.

Centenas de ovnis são relatados todos os anos, geralmente à polícia, aos meios de comunicação ou a grupos de investigação de ovnis. Estes relatórios representam só uma minoria do número total de ovnis realmente vistos, porque a maioria de testemunhas de ovnis não revelam publicamente seus encontros.


Aproximadamente de 90% a 95% de todos os avistamentos de ovnis relatados demonstram ser naves aéreas feitas pelo homem, ou fenômenos naturais não reconhecidos. Aproximadamente de 1.5% a 2% são brincadeiras, freqüentemente acompanhadas de fotografias falsas. Apesar de que as brincadeiras constituem uma porcdentagem pequena de todos os relatos sobre OVNIs, estes criaram uma desproporcionada quantidade de problemas.


As brincadeiras de fato, são responsáveis por desacreditar quase por completo o estudo sério sobre OVNIs. E quanto mais convincente é a fraude, mais dano fará, normalmente. Os restantes 3% a 8.5% de todos os avistamentos de OVNIs são aqueles que aparecem ser naves aéreas de origem não humana. A maioria dos investigadores se ocupam deste último grupo.

No séc. XX, os OVNIs foram escassamente relatados nos meios de comunicação de massa antes de 1947 e assim alguns assumem que o fenômeno OVNI é um fenômeno relativamente moderno. Mas OVNIs são, na verdade, realmente o contrário, haja vista, que foram relatados OVNIs durante milhares de anos em todas as partes do mundo.

Por exemplo, o escritor Julius Obsequens reproduziu o seguinte conto de 216 A.C. em seu livro, Prodigorium liber:

Viram coisas como naves no céu sobre a Itália.... Em Arpi - Itália um escudo redondo foi visto no céu.... Em Cápua, o céu estava todo em chamas, e qualquer um podia ver figuras como naves....

No primeiro século D.C., o famoso estadista romano Cícero relatou sobre uma noite que o sol foi visto no céu noturno acompanhado por fortes ruídos. O céu parecia abrri-se e revelar umas estranhas esferas. Os OVNIs tornaram-se tão perturbadores no século VIII e IX que o imperador Carlos Magno da França foi obrigado a emitir decretos que os proibiam de perturbar o ar e provocar tempestades (ahahhahaha nt). Em um episódio alguns súditos de Carlos Magno foram levados em “barcos” aéreos, e lhes foram mostrado maravilhas e logo regressaram a Terra, só para serem mortos por uma peble furiosa. Inclusive, essas irritantes naves foram acusadas de destruir colheitas. (Uma longa e interessante coleção de avistamentos antigos de OVNIs e estranhos fenômenos naturais do final dos anos a.C e inícios do d.C podem ser encontrados no livro de Harold T Wilkins, - Os Discos Voadores ao Ataque. Apesar de seu título sensacionalista o livro de Wilkins está bem argumentado e vale a pena lê-lo como um dos primeiros livros da era OVNI moderna... Uma excelente coleção de antigos relatórios de OVNI também pode ser encontrada em Passaporte para Magônia, de Jacques Vallee.)



Não só foram vistos OVNIs, mas também foram adorados ao longo da história. As religiões da antiga Mesopotâmia, Egito e Américas foram dominadas pela adoração a Deuses dos céus, com aspecto humano. Muitos daqueles Deuses, se dizia, que viajavam sobre ”barcos” e “bolas voadoras.” Esta classe de afirmações antigas são hoje a base da moderna teoria dos antigos astronautas, que postula que uma raça da era espacial havia visitado a Terra uma vez e se haviam envolvido nos assuntos humanos. (intromeditos nt)

Alguns investigadores de OVNI foram um passo mais além sugerindo que tal raça da era espacial havia criado ou conquistado a sociedade humana há milhares de anos atrás e estiveram todo esse tempo mantendo um olho sobre sua possessão ( ou seja, a terra e nós humanos, nt) desde então.

Para muitos, tais teorias parecem ser material de ciência e ficção. As idéias são, porém, de um crescente debate acadêmico que preocupou a historiadores durante séculos. Como é que antigas civilizações do Velho e Novo Mundo, localizadas em lados opostos do planeta chegaram a se parecerem tão estreitamente entre si? Porque as pessoas dessas civlizações desenvolveram tais crenças religiosas evidentemente semelhantes?

Um ponto de vista extensamente sustentado é o do que uma ponte de terra e gelo alguma vez se extendeu do Estreito de Bering, entre a Sibéria e o Alaska, sobre o qual as pessoas do Velho Mundo emigraram ao Novo Mundo. Outros apontam a evidência arqueológica de que os antigos fenícios haviam navegado através do Oceâno Atlântico, século antes do vinkings escandinavos ou de Cristovão Colombo. Alguns estudiosos concluem que os fenícios haviam pedido emprestado muitos traços da civlização egípcia e haviam trasladado isso ao Novo Mundo. Outra hipótese é que os antigos egípcios mesmos é que haviam atravessado o oceâno (a verdade é que complicamos demais só para negar aquilo que está mais óbvio nt).


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.: Tata :. 05:18

10.13.2008


A Orientação

O marido diz a esposa: Olha isso, querida. Diz aqui que a Terra viaja 595 milhões de milhas ao redor do sol todos os anos a uma velocidade de 66.000 milhas por hora. Ao mesmo tempo, a Terra está girando ao redor do centro da galáxia. a galáxia está viajando eternamente através do espaço e está levando a Terra junto com ele. Agora, como é que vc pode me dizer que nós nunca vamos a nenhum lugar?

OLÁ, E BEM-VINDO. Este é o nosso planeta Terra. Antes de começar nossa jornada através da história, permitamo-nos dar uma breve olhada a nosso pequeno orbe espacial do ponto de vista de um recém chegado se submetendo a uma breve orientação.


"A nave espacial Terra", como algumas pessoas gostam de chamá-la, é um corpo celestial relativamente pequeno. O transbordador espacial americano pode orbitar completamente a Terra em apenas 90 minutos. Na aviação moderna, cruzar os formidáveis ocêanos se tornou pouco mais que uma rotina chata para muitas pessoas de negócios que viajam pelo ar recorrendo suas rotas comerciais entre continentes. Simplesmente, pegando um telefone e marcando, uma pessoa pode falar instantaneamente com alguém no lado oposto do planeta. Todos somos testemunhas da notável maneira em que as viagens a grandes velocidades e as telecomunicações fazem contato entre dois pontos distantes na Terra de uma maneira rápida e facilmente manejável.


A terra não só é pequena, também é bastante remota. Se você e eu fôssemos tomar uma posição fora da galáxia - a Via Láctea, veríamos que a Terra está perto da beirada exterior da galáxia. Além do mais, a Via Láctea parece pequena diante de outras galáxias muito maiores. Esta localização isolada poderia ajudar a explicar porquê a Terra tem tão poucos contatos com civilizações extraterrestres, se existem tais civilizações. A terra flutua nos distantes portos alegres da uma pequena galáxia.


A pesar de seu isolamento, a Terra é bonita e está habitada! A parte disso, a população humana é de 5 bilhões de pessoas. Acrescente a essa figura todos os outros grandes mamíferos e perceberemos que a terra e as águas da Terra são ocupadas por uma enorme população de criaturas inteligentes e semi-inteligentes.


Que tipo de animais são os seres humanos? Como um estudante de biologia rapidamente poderia dizer: os humanos constituem essa espécie animal conhecida como homo sapiens. A palavra homo vem da palavra latina para homem e sapiens significa sábio ou sensível. A etiqueta homo sapiens, conseqüentemente, descreve uma criatura que possui sabedoria ou sensibilidade. A maior parte dos homo sapiens honra a essa título, apesar de um pequeno número que, obviamente, não.


Ao tratar com um ser humano estamos confrontando só a um animal? Parece que nós nos enfrentamos, na verdade, com algo muito mais importante: com um ser espiritual.


A idéia de que há uma realidade espiritual na vida já é de longa data. Algumas religiões sustentaram a crença durante milênios que os corpos humanos são meramente marionetes animadas por seres espirituais. Freqüentemente, acompanhando esse princípio estão as doutrinas que envolvem a "reencarnação" ou uma "vida após a morte". Na religião cristã, a palavra alma foi durante muito tempo usada para denotar uma entidade espiritual que sobrevive à morte do corpo físico.


Algumas pessoas afirmam que uma vez existiu uma antiga sabedoria sobre o espírito. Se tal sabedoria alguma vez existiu, há muito tempo se voltou desesperadamente enredada com incontáveis idéias falsas, estranhas crenças místicas e práticas, incompreensíveis simbolismos e errôneos ensinamentos científicos. Como resultado, o tema do espírito é hoje quase impossível de ser estudado. E ainda por cima, muitos estudiosos treinados nos métodos científicos ocidentais, rejeitam completamente a idéia de uma alma, ao parecer, porque eles não podem por um espírito debaixo de um microscópio e olhar seu resumo, ou plantar eletrodos nele e dar-lhe uma descarga de corrente.


Como quis a boa sorte, foram feitos alguns descobrimentos sobre esse assunto em décadas recentes. A evidência que cada pessoa é um ser espiritual único é, de fato, forte. Foram recolhidos volumes de fascinantes testemunhos de pessoas que sofreram as chamadas "experiências próximas da morte". Durante tais episódios, muitas pessoas sofrem a sensação de deixar seus corpos, sobretudo quando seus corpos se aproximam da morte.


Alguns psiquiatras argumentam que este fenômeno não é nada mais que uma ilusão de auto-proteção da mente. Não é tão simples, já que muitas vítimas dessas experiências podem ver seus corpos desde uma exata perspectiva exterior. Elas retém sua completa auto-consciência e de identidade pessoal, apesar de que seus corpos estejam inconscientes (um curto, mas interessante artigo chamado: "Uma Tipologia de Experiências Próximas da Morte", pelo dr. Bruce Greyson, é ponto referencial estatístico dos diferentes tipos de fenômenos de experiências próximas da morte, e anota: "indivíduos relatando estes três tipos de experiências próximas da morte não diferiram significativamente nas variáveis demográficas", mas o dr. Greyson não especulou sobre o que causaria essas experiências).


À luz de tal testemunho, não é surpreendente que algumas religiões como o Budismo, acreditarem que as pessoas são seres espirituais imortais presos em corpos durante a vida. Os budistas concluem que isto é causado pela interação a longo prazo do espírito com o universo físico. Em agudo contraste com a teoria psiquiátrica, os budistas ensinam que a separação espiritual do corpo é o estado mais saudável para os seres humanos e os budistas buscam conseguir essa separação sem sofrer trauma físico ou morte. Sua meta é animada pela crença que um ser espiritual pode operar também um corpo, tanto desde fora do corpo como desde dentro.


A definição de um ser espiritual compartilhada por várias religiões parece ser a mais exata: um ser espiritual é uma entidade que possui conhecimento, criatividade e personalidade. Não está composto de matéria ou de qualquer outro componente do universo físico. Parece ser, ao contrário, uma unidade imortal de conhecimento que não pode perecer, ainda que possa ser aprisionado na matéria física. O ser espiritual é totalmente capaz de compreender-se a si mesmo.


Na tendência moderna, claro é ver o cérebro como o centro do conhecimento e personalidade. Cientistas puderam estimular eletricamente partes específicas do cérebro para produzir manifestações fisiológicas de muitas emoções humanas. Isto, sem embargo, revela que o cérebro não é nada mais que um sofisticado quadro de distribuição, capaz de ser ativado por uma variedade de fontes externas, assim como um experimento com seus eletrodos, ou ainda talvez por um ser espiritual com seu próprio impulso de energia. A interação entre uma entidade espiritual e o sistema nervoso central do corpo parece ser tão íntima que uma mudança em um pode influir, freqüentemente, na conduta do outro.


De tudo isso surge um quadro que indica que os seres humanos são entidades espirituais que desfrutam de uma certa imortalidade espiritual, mas que normalmente não estão conscientes disso até que ocorra uma separação inesperada. Durante a vida, os seres espirituais tendem a usar, quase exclusivamente, as percepções do corpo físico. A morte, segundo esta análise, é um pouco mais que o abandono espiritual do corpo durante um tempo de intensas lesões físicas ou, às vezes, inclusive, mentais. O que é que tem a ver tudo isso com o armamento humano da guerra?? Quase tudo, como veremos.


Isso nos leva ao terceiro e último tópico da nossa orientação: Os OVNIs. Há alguns sujeitos hoje, tão cheios de falsa informação e engano, e loucura como "discos voadores". Muitas pessoas sérias que tentam estudar o assunto são levadas a certos círculos com uma tremenda quantidade de desonestidade por parte de um pequeno número de pessoas que, por um fugaz momento de notoriedade, ou com a deliberada intenção de contra-informação, acabando por ofuscar o campo com falsas informações, insustentáveis "explicações" e fraudes evidentes.


Basta dizer que atrás dessa cortina de fumaça há uma ampla evidência de visitas extraterrestres na Terra. Isto é uma pena. Um profundo estudo do fenômeno OVNI revela que não oferece um pequeno feliz caminho através do desconhecido. Os OVNIS parecem ser uma das mais austeras realidades confrontadas pela raça humana. Tendo presente os pontos de nossa breve orientação, permita-nos agora uma sondagem mais profunda.


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.: Tata :. 16:04